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Campus:
CAMPUS FORTALEZA
Tipo da Ação:
Projeto
Título:
70 anos. Um canto que conta
Área Temática:
Cultura
Linha de Extensão:
Música
Data de Início:
01/08/2026
Previsão de Fim:
01/02/2027
Nº mínimo de pessoas beneficiadas:
30
Nº máximo de pessoas beneficiadas:
50
Local de Atuação:
Urbano
Fomento:
-
Programa Institucional
Programa Proext/PG
Modelo de Oferta da Atividade:
Presencial
Municípios de abrangência
Fortaleza
Formas de Avaliação:
Participação
Questionário
Relatório
Frequência
Pesquisa de Satisfação
Reunião
Trabalho em grupo
Debate
Formas de Divulgação:
Áudio
Cartaz
E-mail
Folder
Sistema acadêmico
Site institucional
Redes sociais
Atividades Realizadas:
Nome do Responsável:
Davi Silvino Moraes
Equipe:
Nome Instituição Categoria Vínculo Receberá bolsa? Horas Semanais Dedicadas Início da Participação Fim da Participação
Davi Silvino Moraes IFCE Coordenador Docente IFCE Não 4 01/08/2026 01/02/2027
Jefferson Sampaio dos Santos IFCE Integrante Discente IFCE Sim 12 03/08/2026 01/02/2027
Lais Cavalcante Souza IFCE Integrante Discente IFCE Sim 12 02/08/2026 01/02/2027
Leidiana Iza Andrade Freitas IFCE Integrante Discente IFCE Sim 12 02/08/2026 01/02/2027
Renato Matos Alves IFCE Integrante Discente IFCE Sim 12 02/08/2026 01/02/2027
Parcerias:
Instituição Parceira Parceria Formalizada? Instrumento Utilizado Número do Instrumento
Orçamento:
Conta Valor
Bolsa - Auxílio Financeiro a Estudantes 0.0
Bolsa - Auxílio Financeiro a Pesquisadores 0.0
Diárias - Pessoal Civil 0.0
Encargos Patronais 0.0
Equipamento e Material Permanente 0.0
Material de Consumo 0.0
Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física 0.0
Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica 0.0
Passagens e Despesas com Locomoção 0.0
Vínculos:
Ação Tipo
Apresentação
Em 2026, o Coral do IFCE – Campus Fortaleza celebra sete décadas de trajetória artística, educativa e cultural. Para marcar este marco histórico, realizaremos, em setembro de 2026, um espetáculo comemorativo que revisita os momentos mais significativos de nossa caminhada. O show reunirá um repertório cuidadosamente selecionado, composto pelas músicas mais emblemáticas de todas as formações que integraram o coral ao longo dos anos. A apresentação homenageará a atuação dos maestros Orlando Leite, Paulo Abel do Nascimento, Poty Fontenele, Angélica Elery, Lucília Horn, Marcelo Leite e Davi Silvino, cujas contribuições foram fundamentais para a consolidação do grupo. Por meio de sambas, maracatus, músicas sacras e obras da cultura popular, construiremos uma narrativa musical e cênica que retrata o impacto artístico, social e pedagógico do coral no cenário cultural cearense. Este projeto busca não apenas celebrar a memória do Coral do IFCE Fortaleza, mas também reafirmar sua missão de promover a arte coral como instrumento de expressão, identidade e educação cultural.
Justificativa
O espetáculo comemorativo dos 70 anos do Coral do IFCE Fortaleza é relevante por representar a trajetória de um dos grupos vocais mais significativos da educação pública cearense, cuja atuação formou gerações de músicos, educadores e artistas. Ao revisitar repertórios históricos e homenagear diferentes formações e maestros, o projeto preserva a memória cultural de uma instituição que há décadas contribui para a difusão da música coral e para o fortalecimento da produção artística local. O investimento financeiro neste projeto se justifica pela necessidade de garantir a qualidade técnica e artística do espetáculo, permitindo a realização de arranjos musicais, preparação cênica, produção visual, logística e registros que assegurem a preservação desse marco histórico. Além de celebrar sete décadas de atuação, o espetáculo amplifica o acesso da comunidade a manifestações culturais, fortalece a formação dos coralistas e reforça o papel do IFCE como espaço de promoção da arte, da educação e da memória coletiva.
Público Alvo
30
Objetivo Geral
Celebrar os 70 anos do Coral do IFCE Fortaleza por meio de um espetáculo que revisita sua trajetória histórica, apresentando repertórios marcantes de suas diversas formações e maestros, unindo música e cena para preservar e difundir sua memória artística e cultural.
Objetivo Específico
1. Resgatar e apresentar músicas emblemáticas das diferentes formações e períodos do Coral do IFCE Fortaleza. 2. Homenagear os maestros que marcaram a trajetória do coral, reconhecendo suas contribuições artísticas e pedagógicas. 3. Integrar música e encenação para construir uma narrativa cênico-musical que represente a história do coral. 4. Valorizar a memória institucional e fortalecer a identidade cultural do Coral do IFCE Fortaleza. 5. Promover a difusão da música coral no contexto educativo e cultural do IFCE e da comunidade. 6. Estimular a formação artística dos coralistas, ampliando suas experiências musicais e performáticas. 7. Fortalecer o vínculo com o público, aproximando a comunidade da história e da produção artística do coral. 8. Registrar e documentar o espetáculo, contribuindo para a preservação da memória do grupo.
Metodologia
Para ingresso no Coral os candidatos, tanto da comunidade interna como externa devem se inscrever por meio de googledocs amplamente divulgado nas mídias sociais do coral e do campus. Depois que o grupo já estiver definido o Coral conta com dois ensaios semanais com duração de duas horas cada. Nesses ensaios são organizados, primeiramente, alongamento e relaxamento corporal, aquecimento e técnica vocal para, inicialmente desenvolver e posteriormente para manter a sonoridade do grupo aliada a expressão e movimentação cênica corporal para o espetáculo. Esse momento é um momento de formação vocal onde serão ensinados, através de exercícios, demonstrações e explicações, as técnicas vocais básicas para que cada cantor possa aprimorar sua voz junto com o grupo e assim desenvolver a qualidade vocal do grupo em geral. Essa etapa é constantemente avaliada por meio da audição atenta do regente, por meio de correções e exercícios vocais, por meio de apresentações musicais agendadas e por meio de conversas e discussões, mas principalmente por meio de apresentações práticas seguidas de avaliações coletivas utilizando a discussão como método de coleta de dados. Aliado ao trabalho de técnica vocal estão os exercícios de expressão corporal, onde, por meio de exercícios físicos, individuais e coletivos, por meio do movimento corporal e da dança, desenvolve-se a eutonía e a propriocepção dos cantores dando a eles a oportunidades de desenvolver a expressão corporal e sua interpretação para as cenas do espetáculo. Essa é uma etapa formativa importante quando pensamos em um trabalho cênico musical onde a música vocal coletiva está plenamente ligada ao trabalho de expressão e posicionamento do corpo no espaço cênico. Essa etapa, como a anterior, é constantemente avaliada por meio da observação ativa do regente e da professora Sabrina Linhares, que também é coralista, e preparadora corporal do grupo. As apresentações sempre servirão como uma avaliação prática e posteriormente sempre será realizada uma discussão avaliativa apontando pontos a melhoras e pontos a intensificar. O Terceiro momento do ensaio é o momento de assimilar o repertório e ensaio das músicas do espetáculo. O processo de aprendizado é feito por meio da imitação, onde o regente canta a parte seguidas vezes até que os coralistas decorem a melodia e passem a cantar. Por questão de tempo não é possível o ensino de teoria musical para que os cantores aprendam a ler partitura, por isso, esse é o método mais eficaz para garantir o aprendizado dos cantores. Para potencializar esse aprendizado, mas se mantendo dentro da mesma metodologia, o regente grava quites de ensaio, que são as melodias de cada naipe por meio de áudio, e disponibiliza em um drive no grupo do coral para que os cantores possam, durante a semana, ouvir e estudas as suas respectivas melodias, para que no ensaio o regente possa trabalhar questões de interpretação. Essa etapa é fundamental para a existência do espetáculo sendo a mais passiva de avaliação contínua e crítica por parte do regente que deve repassar a melodia sempre que for apresentado qualquer imprecisão de afinação até que todos estejam cantando sem dúvida. Quinzenalmente os naipes se reúnem e fazem um ensaio de naipe com os bolsistas onde vão se concentrar em aplicar o que foi assimilado nos ensaios, mas dessa vez, concentrados em seus naipes, visando tirar dúvidas e também aperfeiçoar a sonoridade do naipe individualmente. Um terceiro momento, quando a música já está aprendida passa-se para a etapa de marcação cênica da música onde são inseridos e ensaiados os movimentos corporais e expressão cênica em cada música. Apesar de existir a ideia original do regente diretor do espetáculo em comum acordo com os coordenadores e coralistas que compõem a equipe de produção, mas o método de experimentação é fundamental para a construção dessa etapa do processo. A avaliação é sempre prática e visa a reprodução da estética almejada inicialmente, bem como a comunicação e a potencialização da mensagem da música ou da cena/momento do espetáculo. Depois que todo o espetáculo está marcado e ensaiado parte-se para a idealização e confecção do figurino e cenografia do espetáculo. Essa ação é desenvolvida por meio de debates e reuniões com alunos e professores do Curso de Licenciatura em Artes Visuais e todos os coralistas que quiserem participar ou tenham alguma afinidade com o tema, onde são trabalhados temas e propostas a serem decididas coletivamente, mas com a palavra final do regente. Nesse processo, a medida em que o espetáculo está pronto para ser apresentado inicia-se a fase de divulgação do espetáculo e suas datas e seus locais de realização, nas mídias sociais do coral, assim como nas mídias e site do campus para o público. Essa etapa pode ser avaliada com os engajamentos em nossas mídias sociais e procura por informações a respeito de nosso espetáculo. O quinto momento é a estreia e a apresentação do espetáculo por meio de temporadas de apresentações. A cada temporada o coral, junto com seu regente, se reúne para avaliação das apresentações na perspectiva de encontrar pontos de melhoria e propor ações para melhorar. A receptividade e feedback do público também é encarado como critério avaliativo da prática artística.