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Campus:
CAMPUS FORTALEZA
Tipo da Ação:
Projeto
Título:
"Judô para Todos"
Área Temática:
Educação
Linha de Extensão:
Desporto e Lazer
Data de Início:
04/04/2026
Previsão de Fim:
13/03/2028
Nº mínimo de pessoas beneficiadas:
10
Nº máximo de pessoas beneficiadas:
30
Local de Atuação:
Urbano
Fomento:
Matriz Orçamentária do Campus
Programa Institucional
Nenhum
Modelo de Oferta da Atividade:
Presencial
Municípios de abrangência
Fortaleza
Formas de Avaliação:
Participação
Frequência
Formas de Divulgação:
E-mail
Redes sociais
Site institucional
Atividades Realizadas:
Nome do Responsável:
Jeriel Silva Santos
Equipe:
Nome Instituição Categoria Vínculo Receberá bolsa? Horas Semanais Dedicadas Início da Participação Fim da Participação
Andreyson Calixto de Brito IFCE Integrante Docente IFCE Não 3 04/04/2026 13/03/2028
Jeriel Silva Santos IFCE Coordenador Docente IFCE Não 4 04/04/2026 13/03/2028
Levi Vasconcelos de Sousa IFCE Integrante Discente IFCE Sim 12 04/04/2026 13/03/2028
Parcerias:
Instituição Parceira Parceria Formalizada? Instrumento Utilizado Número do Instrumento
Orçamento:
Conta Valor
Bolsa - Auxílio Financeiro a Estudantes 5.527
Bolsa - Auxílio Financeiro a Pesquisadores 0.0
Diárias - Pessoal Civil 0.0
Encargos Patronais 0.0
Equipamento e Material Permanente 0.0
Material de Consumo 0.0
Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física 0.0
Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica 0.0
Passagens e Despesas com Locomoção 0.0
Vínculos:
Ação Tipo
Apresentação
O "Projeto Judô para Todos" é uma iniciativa social e esportiva de grande relevância no Brasil, que utiliza a filosofia e a prática do Judô (o "Caminho Suave") como ferramenta de inclusão social, desenvolvimento humano e combate à desigualdade. Embora o nome possa ser adotado por diferentes entidades em nível local (como associações e universidades), o conceito central é sempre o mesmo: democratizar o acesso ao esporte, com um foco especial na população em situação de vulnerabilidade e nas pessoas com deficiência (PcD).
Justificativa
A implementação do Judô no contexto escolar justifica-se por sua natureza pedagógica integral, que une o aprimoramento físico ao desenvolvimento ético e emocional dos estudantes. Fundado nos princípios de "Eficiência Máxima" (Seiryoku Zenyo) e "Prosperidade Mútua" (Jita Kyoei), o projeto promove valores como respeito, disciplina e autodomínio, essenciais no combate à violência e ao bullying. Motoramente, a modalidade refina a coordenação e o equilíbrio, enquanto no aspecto cognitivo, o foco exigido no tatame potencializa a concentração e a resiliência acadêmica. Além de democratizar o acesso ao esporte, a extensão cumpre sua função social ao transformar a escola em um espaço de vivência cidadã, onde o aprendizado técnico se traduz em formação de caráter. Assim, o judô atua como ferramenta estratégica de inclusão, fortalecendo o vínculo entre comunidade, escola e o pleno desenvolvimento humano. As aulas serão supervisionadas pela equipe de professores da café, em parceria com setor de saúde do campus. Bom dia. Com relação a alteração da linha de extensão, não vejo problema. Contudo, em relação a coordenação do projeto, quero salientar que eu já venho desenvolvendo esse projeto a mais 5 anos no IF Fortaleza,em parceria com a CAEF, sou faixa preta 2º Dan de judô pela (CBJ) Confederação Brasileira de Judô, tenho mais de três décadas de experiência comprovada como professor de judô, conforme anexos, tenho total experiência e competência para tal coordenação. Portanto, não entendi a "orientação" da mudança de coordenação. Além do mais, não existe no IF Fortaleza nenhum profissional de educação física com formação na modalidade para assumir tal coordenação, acrescento ainda: decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dos tribunais superiores, têm caminhado para a não obrigatoriedade do registro no CREF para quem ensina estritamente a modalidade de luta. O argumento central: A Lei nº 9.696/98 (que regulamenta a Educação Física) não listou as artes marciais como atividade exclusiva de profissionais da área, faltando, portanto, base legal para a exigência. Finalizo dizendo que o projeto já está incluído no programa de extensão CAEF em movimento sob a coordenação do Professor Andreyson Berimbau, coordenador da CAEF em movimento. E que o vínculo vai ser solicitado após o aceite do projeto. Portanto, baseado nestas considerações, solicito desconsiderar essa "orientação", e assegurar a minha manutenção na coordenação do referido projeto. O judô pode ser desenvolvido nos Institutos Federais como atividade de extensão, contribuindo para a formação integral dos estudantes e para a promoção do esporte educacional. No entanto, a exigência de registro no CREF depende da natureza da atividade exercida. Quando a atuação se caracteriza como ensino formal de Educação Física, o registro no conselho profissional é obrigatório. Por outro lado, quando se trata de ensino específico da arte marcial ou treinamento esportivo da modalidade, a jurisprudência tem admitido a atuação de instrutores ou mestres sem necessidade de inscrição no CREF. 2. A obrigatoriedade de formação em Educação Física para professores de judô como atividade de extensão nos Institutos Federais (IFs) é controversa, mas a tendência jurídica atual, baseada no STJ, dispensa essa exigência (CREF) ao diferenciar o ensino técnico da modalidade (artes marciais) da Educação Física escolar, permitindo instrutores federados. Jusbrasil +2 Pontos-chave: • Jurisprudência (STJ): O Superior Tribunal de Justiça entende ser inexigível a inscrição no Conselho Regional de Educação Física (CREF) para instrutores de artes marciais (judô, karatê, etc.), pois o foco é a técnica da luta e não o "fitness" ou educação física escolar. • Legislação Nacional (Lei 9.696/1998): Regula a profissão, mas a interpretação atual não torna a graduação em Educação Física obrigatória para instrutores de modalidades esportivas específicas, como lutas. • Atuação nos IFs: Como atividade de extensão, o instrutor precisa ter a certificação da Confederação ou Federação da modalidade (ex: CBJ) para comprovar a capacidade técnica. • Contradição: Embora o STJ dispense, o CONFEF (Conselho Federal de Educação Física) entende que práticas corporais são de sua área. Contudo, a jurisprudência de tribunais superiores tende a prevalecer em concursos e contratações para "escolinhas". Em suma, se for uma aula técnica da modalidade judô (extensão), o instrutor federado pode atuar, não sendo exigida a graduação em Educação Física segundo o entendimento do STJ. Jusbrasil +1
Público Alvo
O projeto de extensão tem como público-alvo alunos regularmente matriculados no Ensino Fundamental, Médio e Superior, abrangendo indiretamente suas famílias e a comunidade. A capacidade de atendimento é estimada entre 10 a 30 alunos, segmentados em turmas por faixa etária para garantir a qualidade e segurança pedagógica. O perfil dos participantes compreende crianças, jovens de 14 a 40 anos, com foco em uma abordagem inclusiva que acolhe diferentes gêneros e estudantes com deficiência. Priorizam-se indivíduos em situação de vulnerabilidade social ou que apresentem necessidade de maior estímulo à disciplina, foco e autocontrole emocional. Através dessa seleção, o projeto busca integrar diversas realidades socioeconômicas no tatame, utilizando o esporte como ferramenta de transformação comportamental. Assim, promove-se a democratização do judô aliada ao fortalecimento do vínculo escolar e ao desenvolvimento pleno da cidadania e do caráter dos estudantes.
Objetivo Geral
Objetivos Centrais e Público-Alvo O projeto possui metas bem definidas que vão além das conquistas em campeonatos: 1. Inclusão Social e Combate à Vulnerabilidade O objetivo primário é oferecer um ambiente seguro e estruturado para crianças, adolescentes e jovens adultos de comunidades com alto risco social. Ao proporcionar aulas gratuitas e regulares, o projeto afasta os participantes das ruas e da criminalidade, oferecendo uma rotina de disciplina e foco. Ele trabalha a formação do caráter e a cidadania, ensinando os participantes a conviver em harmonia, a respeitar as regras e a valorizar o esforço próprio e coletivo. 2. Judô Adaptado e Inclusão de PcD Este é um dos pilares mais notáveis do projeto. O "Judô para Todos" trabalha ativamente a inclusão de pessoas com deficiência (deficiência intelectual, visual, física e outras). Os treinos são frequentemente mistos, com alunos da comunidade e alunos com deficiência treinando juntos, promovendo a integração e quebrando preconceitos. O projeto se destaca por desenvolver metodologias de ensino que adaptam as técnicas do Judô, comprovando que as deficiências não são barreiras para a prática esportiva. Atletas do projeto frequentemente participam de competições internacionais de Judô Adaptado, conquistando títulos e reconhecimento. 3. Desenvolvimento Integral A prática contínua do Judô estimula o desenvolvimento físico e mental dos participantes. Os benefícios incluem: • Melhora física: Coordenação motora, lateralidade, equilíbrio e resistência. • Habilidades cognitivas: Aumento do foco, concentração e capacidade de tomada de decisão. • Habilidades sociais: Estímulo à comunicação, ao relacionamento saudável e ao respeito mútuo.
Objetivo Específico
Objetivos Centrais e Público-Alvo O projeto possui metas bem definidas que vão além das conquistas em campeonatos: 1. Inclusão Social e Combate à Vulnerabilidade O objetivo primário é oferecer um ambiente seguro e estruturado para crianças, adolescentes e jovens adultos de comunidades com alto risco social. Ao proporcionar aulas gratuitas e regulares, o projeto afasta os participantes das ruas e da criminalidade, oferecendo uma rotina de disciplina e foco. Ele trabalha a formação do caráter e a cidadania, ensinando os participantes a conviver em harmonia, a respeitar as regras e a valorizar o esforço próprio e coletivo. 2. Judô Adaptado e Inclusão de PcD Este é um dos pilares mais notáveis do projeto. O "Judô para Todos" trabalha ativamente a inclusão de pessoas com deficiência (deficiência intelectual, visual, física e outras). Os treinos são frequentemente mistos, com alunos da comunidade e alunos com deficiência treinando juntos, promovendo a integração e quebrando preconceitos. O projeto se destaca por desenvolver metodologias de ensino que adaptam as técnicas do Judô, comprovando que as deficiências não são barreiras para a prática esportiva. Atletas do projeto frequentemente participam de competições internacionais de Judô Adaptado, conquistando títulos e reconhecimento. 3. Desenvolvimento Integral A prática contínua do Judô estimula o desenvolvimento físico e mental dos participantes. Os benefícios incluem: • Melhora física: Coordenação motora, lateralidade, equilíbrio e resistência. • Habilidades cognitivas: Aumento do foco, concentração e capacidade de tomada de decisão. • Habilidades sociais: Estímulo à comunicação, ao relacionamento saudável e ao respeito mútuo.
Metodologia
As aulas serão realizadas duas vezes por semana na sala de lutas da CAEF no campus Fortaleza e terão duração 90 minutos; A divulgação será realizada através das redes socias e site oficial do campus; Será divulgado edital junto com o Programa CAEF em Movimento para inscrição e matrícula (comunidade externa, alunos e servidores); Serão realizados encontros mensais com equipe executora para planejamento; Os alunos serão avaliados através da participação e frequência ; O bolsista entregará relatórios mensais em plataforma própria da DIREXC- Fortaleza e será responsável pelo relatório final do projeto.