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Campus:
CAMPUS FORTALEZA
Tipo da Ação:
Projeto
Título:
Eu era carne, agora sou a própria navalha: IFCE é Quebrada!
Área Temática:
Direitos Humanos e Justiça
Linha de Extensão:
Diversidade Étnico-racial
Data de Início:
30/01/2026
Previsão de Fim:
10/12/2026
Nº mínimo de pessoas beneficiadas:
80
Nº máximo de pessoas beneficiadas:
200
Local de Atuação:
Urbano
Fomento:
-
Programa Institucional
NEABIs
Modelo de Oferta da Atividade:
Presencial
Municípios de abrangência
Caucaia
Cascavel
Fortaleza
Maranguape
Maracanaú
Formas de Avaliação:
Participação
Relatório
Reunião
Trabalho em grupo
Debate
Formas de Divulgação:
Áudio
Cartaz
E-mail
Site institucional
Redes sociais
Atividades Realizadas:
Nome do Responsável:
Rafael de Sousa Carvalho
Equipe:
Nome Instituição Categoria Vínculo Receberá bolsa? Horas Semanais Dedicadas Início da Participação Fim da Participação
Lucas Costa dos Santos IFCE Integrante Discente IFCE Não 12 30/01/2026 10/12/2026
Rafael de Sousa Carvalho IFCE Coordenador Docente IFCE Não 4 30/01/2026 10/12/2026
Raquel Emily Lima Diniz IFCE Integrante Discente IFCE Não 12 30/01/2026 10/12/2026
Parcerias:
Instituição Parceira Parceria Formalizada? Instrumento Utilizado Número do Instrumento
Orçamento:
Conta Valor
Bolsa - Auxílio Financeiro a Estudantes 0.0
Bolsa - Auxílio Financeiro a Pesquisadores 0.0
Diárias - Pessoal Civil 0.0
Encargos Patronais 0.0
Equipamento e Material Permanente 0.0
Material de Consumo 0.0
Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física 0.0
Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica 0.0
Passagens e Despesas com Locomoção 0.0
Vínculos:
Ação Tipo
Apresentação
Este projeto emerge como uma iniciativa fundamental e potente para ressignificar o espaço acadêmico. Alinhando uma visão transformadora: trazer a cultura e arte periférica para o centro da instituição, reconhecendo-a não como objeto de estudo distante, mas como pedagógica essencial. Essa proposta nasce da percepção de que a educação, em sua plenitude, deve abraçar a diversidade de saberes e práticas que pulsam nas "quebradas", as periferias urbanas ricas em expressões artísticas e culturais. O projeto se propõe a desconstruir barreiras simbólicas e concretas que historicamente marginalizaram esses corpos e suas produções dentro do ambiente formal de ensino.
Justificativa
Trata-se de uma abordagem descentralizadora, que desde o planejamento inclui artistas periféricos na construção, garantindo autenticidade e quebrando hierarquias de saber. O mapeamento de coletivos assegura que a programação reflita a cena local real, enquanto as semanas tenham oficinas, rodas de conversa e intervenções que criam uma estrutura de imersão e pedagogia horizontal. A transformação física do campus através de grafites nas instalações executa a desconstrução simbólica, trazendo a estética da quebrada para o centro. E o nosso evento mais aguardado é a Batalha de Aruanda que consolida esse processo, celebrando e institucionalizando essas expressões como saber válido no ambiente acadêmico.
Público Alvo
Estudantes externos; Pais; Mães; Terceirizados; Artistas; Demais interessados
Objetivo Geral
Construir através da arte e da cultura periféricas um ambiente de afirmação e partilha por meio da música, debates e estudos direcionados.
Objetivo Específico
Elaborar oficinas; Propor Rodas de Conversa; Executar Batalhas de Rap.
Metodologia
Planejamento administrativo inicial (DIREX/NEABI); Primeiras reuniões; Definição de calendário e temas;1a Semana Temática: Grafite e Artes Visuais (oficinas, rodas de conversa);Continuidade das atividades da 1a semana; Preparação para a Batalha de Aruanda;Batalha de Aruanda (evento principal); Encerramento do 1o ciclo;Avaliação parcial do primeiro semestre;2a Semana Temática: Literatura Periférica e Slam (oficinas, batalhas de poesia);Continuidade das atividades da 2a semana; Intervenções artísticas no campus;3a Semana Temática:Música e Resistência (rap, ritmos tradicionais);Evento de Encerramento Anual; Mostra artística integrada;Divulgação