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Campus:
CAMPUS SOBRAL
Tipo da Ação:
Projeto
Título:
Solo Saudável, Comunidade Forte: Diagnostico Participativo Na Região Norte do Estado do Ceará
Área Temática:
Educação
Linha de Extensão:
Educação no Campo
Data de Início:
01/05/2026
Previsão de Fim:
01/11/2026
Nº mínimo de pessoas beneficiadas:
100
Nº máximo de pessoas beneficiadas:
200
Local de Atuação:
Rural
Fomento:
-
Programa Institucional
Nenhum
Modelo de Oferta da Atividade:
Presencial
Municípios de abrangência
Sobral
Viçosa do Ceará
Formas de Avaliação:
Participação
Reunião
Seminário
Formas de Divulgação:
Folheto
Convite
Atividades Realizadas:
Nome do Responsável:
Maria Cristina Martins Ribeiro de Souza
Equipe:
Nome Instituição Categoria Vínculo Receberá bolsa? Horas Semanais Dedicadas Início da Participação Fim da Participação
Dimitri Matos Silva IFCE Integrante Técnico Administrativo IFCE Não 4 01/05/2026 01/11/2026
Maria Cristina Martins Ribeiro de Souza IFCE Coordenador Docente IFCE Não 4 01/05/2026 01/11/2026
Narcisio Sousa da Silva IFCE Integrante Discente IFCE Não 4 01/05/2026 01/11/2026
Paulo Roberto Santos Bomfim IFCE Integrante Docente IFCE Não 3 01/05/2026 01/11/2026
Sarah Araujo Teixeira IFCE Integrante Discente IFCE Não 4 01/05/2026 01/11/2026
Sávio de Oliveira Santana IFCE Integrante Discente IFCE Não 4 01/05/2026 01/11/2026
Parcerias:
Instituição Parceira Parceria Formalizada? Instrumento Utilizado Número do Instrumento
Orçamento:
Conta Valor
Bolsa - Auxílio Financeiro a Estudantes 0.0
Bolsa - Auxílio Financeiro a Pesquisadores 0.0
Diárias - Pessoal Civil 0.0
Encargos Patronais 0.0
Equipamento e Material Permanente 0.0
Material de Consumo 0.0
Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física 0.0
Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica 0.0
Passagens e Despesas com Locomoção 0.0
Vínculos:
Ação Tipo
Apresentação
O presente projeto de extensão tem como objetivo desenvolver ações educativas voltadas à temática solos junto a produtores rurais do município, promovendo a conscientização sobre a importância da correta coleta de amostras para análise e do manejo adequado do solo como base para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Justificativa
Constatou-se, através da aplicação de questionários aos produtores que trouxeram amostras de solos para análise no laboratório de análise de solo e água para irrigação do IFCE- Campus de Sobral, que dos 130 questionários aplicados em uma pesquisa somente 17% souberam responder de forma correta e qual a importância de uma análise de solo. A pesquisa, também, mostrou desconhecimento inerentes a diversos fatores tais como: importância da análise do solo para o desenvolvimento das plantas e o meio ambiente, quais análises são realizadas no laboratório e qual o correto procedimento para acondicionar e coletar amostras de solos para análises. Através dos registros de entrada de amostras de solos para análise no referido laboratório , enviadas pelos produtores da região, do número de chamadas telefônicas e e-mails recebidas por nós constata-se existir um grande interesse dos produtores em analisar o solo porem também percebe-se o desconhecimento em vários pontos como, por exemplo, a metodologia correta na coleta de amostras de solos, qual a importância de se analisar o solo visando a produtividade agrícola. Baseado no exposto torna-se relevante a orientação para os produtores da região bem como ações que tenham como finalidade informar e orientar aos produtores da região norte do estado do Ceará sobre a importância de se conhecer as propriedades do solo, a sua fertilidade através de análises química e física dos solos, quais as análises realizadas no IFCE, bem como orientar e ensinar no correto procedimento de coleta de amostras de solo para análise. Assim foram escolhidas duas comunidades para realizarmos as atividades. Uma no município de Sobral, Aracatiaçu, e outra no município de Viçosa do Ceará, Santo Amaro. A escolha das localidades de Aracatiaçu, distrito do município de Sobral, e do município de Viçosa do Ceará para a execução deste projeto de extensão fundamenta-se na relevância social das ações propostas, na demanda apresentada por produtores rurais da região e no fortalecimento da interação entre o Instituto Federal do Ceará (IFCE) – Campus Sobral e as comunidades rurais. O distrito de Aracatiaçu foi selecionado por já possuir histórico de atividades práticas realizadas por estudantes do curso de Agronomia do IFCE, especialmente relacionadas à coleta e avaliação de solos em aulas de campo. Dessa forma, o projeto busca ampliar essa interação já existente, promovendo ações extensionistas voltadas à comunidade local, por meio de palestras educativas e coleta de amostras de solos para análise. O município de Viçosa do Ceará foi incluído no projeto em razão da demanda apresentada por produtores de hortaliças da comunidade rural da região, que há algum tempo manifestam interesse em receber orientações técnicas sobre manejo e fertilidade do solo, bem como realizar análises de solos de suas áreas de cultivo. Essa demanda foi intermediada por um professor do IFCE – Campus Sobral, membro deste projeto, que mantém contato com os produtores locais. Dessa forma, o projeto pretende contribuir para a difusão do conhecimento técnico-científico produzido no IFCE, auxiliando produtores rurais na compreensão da importância da análise de solos para o manejo adequado da fertilidade e para a adoção de práticas agrícolas mais sustentáveis, ao mesmo tempo em que fortalece o papel social da instituição por meio da extensão.
Público Alvo
As comunidades externas beneficiadas pelo projeto serão as comunidades rurais do Município de Viçosa do Ceará, Santo Amaro, e Aracatiaçu distrito do município de Sobral, compostas majoritariamente por agricultores familiares que atuam na produção de hortaliças e culturas de subsistência. Essas comunidades dependem diretamente da qualidade do solo para manutenção da produção e geração de renda.
Objetivo Geral
Promover, nos agricultores da região norte do estado do Ceará, a conscientização de que o solo é um componente do ambiente natural que deve ser adequadamente conhecido e preservado tendo em vista sua importância para a manutenção do ecossistema terrestre e sobrevivência dos organismos que dele dependem bem como a sua importância na produtividade de áreas agrícolas.
Objetivo Específico
a) Divulgar nas comunidades selecionadas, materiais didáticos sobre o tema solos e a metodologia de coleta de amostra de solos; b) Divulgar, através de palestras, junto as comunidades selecionadas a importância do manejo do solo, análise de solo e quais as análises realizadas no laboratório do IFCE; c) Ensinar aos agricultores a maneira correta de se coletar amostras de solos para análise; d) Mostrar a importância da tecnologia de coleta de amostras de solos para o sucesso de uma análise de solo; e) Analisar e gerar um laudo da análise do solo coletado f) Interpretar os resultados e divulgar entre os produtores
Metodologia
O projeto de extensão será conduzido pelo professor e coordenador do laboratório de análise de solos e o servidor técnico administrativo do laboratório e graduandos do curso superior em agronomia e alunos do curso técnico em agropecuária que já acompanham as atividades, como voluntários, das ações desenvolvidas pelo laboratório. O projeto dará continuidade as análises de solos já realizadas no laboratório de trabalhos de extensão, pesquisa e ao mesmo tempo serão desenvolvidas ações em duas comunidades agrícolas, previamente selecionadas, sendo esta com características de agricultura familiar, na zona rural em dois municípios da região norte do estado do Ceará. O projeto será desenvolvido no período de 01 de maio de 2026 a 01 de novembro de 2026. A condução do presente projeto será: 1. a) Nas comunidades agrícolas selecionadas As ações nas comunidades selecionadas serão realizadas em quatro etapas assim enumeradas: 1ª etapa – Escolha das comunidades aonde serão desenvolvido o projeto 2ª etapa – Condução do projeto nas comunidades selecionadas. Esta etapa será conduzida utilizando-se a seguinte metodologia: Serão realizadas visitas para selecionar cinco produtores que terão suas áreas contempladas para a condução do projeto. A seleção dos produtores será feita através de uma entrevista semi-estruturada, onde serão levantadas as condições das lavouras, da propriedade como um todo e do conhecimento destes produtores inerentes ao manejo do solo e ao procedimento de coleta de amostra de solo para análise. Será realizado um “Dia de Campo”, onde será: 1) Será ministrado uma palestra para os membros da comunidade sobre temas inerentes ao solo como; importância do solo, importância das análises de solos visando a produção agrícola, tipos de análises de solos e metodologias de coleta de amostras de solo. 2) Será realizada a coleta de amostra de solo em cada propriedade selecionada visando ensinar a pratica da coleta. Nesta ação terá o envolvimento dos demais membros da comunidade envolvidos no projeto. Procedimento para a correta coleta de amostra de solos: A) Seleção da Área de Amostragem A área deve ser a mais homogênea possível com a finalidade de melhor representar a área amostrada. Para tal deverá ser subdividida em glebas ou talhões homogêneos. Nesta subdivisão ou estratificação, levam-se em conta a vegetação, a posição topográfica (topo do morro, meia encosta, baixada, etc.), as características perceptíveis do solo (cor, textura, condição de drenagem, etc.) e o histórico da área (cultura atual e anterior, produtividade observada, uso de fertilizantes e de corretivos, etc.). Na amostragem de área com cultura perene, devem-se considerar na estratificação as variações de cultivar, idade das plantas, características do sistema de produção e, principalmente, a produtividade. B) Coleta da Amostra de Solo As coletas de solos para as análises químicas devem ser compostas por amostras simples e amostras compostas. Amostra simples é o volume de solo coletado em um ponto da gleba e a amostra composta é a mistura homogênea das várias amostras simples coletadas na gleba, sendo parte representativa desta, aquela que será submetida à análise química. Para que a amostra composta seja representativa da gleba, devem ser coletadas de 20 a 30 amostras simples por gleba. Quando as glebas forem sujeitas a maior heterogeneidade deve ser coletada um maior número de amostras simples (30 amostras). Outro aspecto fundamental é a distribuição espacial das amostras simples na gleba. As amostras simples devem ser uniformemente distribuídas por toda a gleba, o que é obtido realizando a coleta ao longo de um caminhamento em zig zag pela gleba. Maior eficiência de distribuição dos pontos de coleta é obtida em glebas menores que 10 ha, por isto recomenda-se a subdivisão das glebas muito grandes. No caso de amostragem do solo em glebas de cultura perene (fruteiras, etc.), os pontos de coleta das amostras simples devem ser localizados na área adubada, em geral, sob a projeção da copa. Havendo interesse em amostrar toda a área, devem-se amostrar separadamente a área adubada na projeção da copa e a área das entrelinhas. Para tanto, coletam-se amostras simples em cada uma das áreas para obter duas amostras compostas distintas. É importante que as amostras simples coletadas em uma gleba tenham o mesmo volume de solo. Isto se consegue padronizando a área e a profundidade de coleta da amostra simples. Obtém-se boa padronização, utilizando os instrumentos denominados trados de amostragem; no entanto, eficiência satisfatória pode ser obtida com instrumentos mais simples, tais como pá ou enxadão. Quando se utiliza pá, ou enxadão, deve-se abrir um buraco com as paredes verticais (pequena trincheira). Observando-se a profundidade de amostragem, coleta-se a amostra cortando uma fatia de 4 cm de espessura em uma das paredes do buraco. Em seguida, com o solo aderido ao instrumento, são cortadas e descartadas as porções laterais do volume de solo de forma a deixar apenas os 4 cm centrais. Deste modo, a amostra simples constituir-se-á do volume de solo contido em um prisma com arestas transversais de 4 cm e aresta vertical correspondente à profundidade de amostragem. C) Profundidade a ser coletada C.1 Para a maioria das culturas, as amostras simples são coletadas na camada de 0 a 20 cm, no entanto, deve-se levar em conta a camada de solo onde se concentra o maior volume do sistema radicular. C.2 Para pastagens já estabelecidas, por exemplo, recomenda-se a amostragem na camada de 0 a 5 cm, ou, até, 0 a 7 cm. Quando necessário, pode retirar-se outra amostra composta de 7 a 20 cm. No caso de culturas como da batata inglesa (batatinha), na qual o preparo do solo para a produção de tubérculos chega a 30 cm de profundidade, e da cana-de-açúcar, na qual o plantio é feito em sulcos profundos, recomenda-se a amostragem na camada de 0 a 30 cm, ou 0 a 35 cm. C.3 Para áreas novas, principalmente quando se pretende a implantação de culturas perenes, recomenda-se coletar as amostras simples nas camadas de 0 a 20, 20 a 40 e 40 a 60 cm. A amostragem de camadas mais profundas permitirá avaliar a necessidade da correção de impedimentos químicos ao desenvolvimento radicular, tais como: elevada acidez, elevados teores de Al3+ e baixos teores de Ca2+. As amostras simples das diferentes camadas devem ser coletadas no mesmo ponto e em igual número, obtendo-se amostras compostas para cada camada. D) Cuidados a serem observados nos pontos de coleta No ponto de coleta das amostras simples, a superfície do solo deverá ser limpa, removendo restos vegetais sem, contudo, remover a camada superficial do solo. Os pontos de coleta das amostras simples não devem ser localizados próximos a acidentes atípicos na área, como por exemplo, cupinzeiros, local de queimadas de restos culturais, local de deposição de fezes e cochos ou saleiros em áreas de pastagens. E) Épocas de amostragem A amostragem de solo pode ser feita em qualquer época do ano; no entanto, esta deve ser realizada com boa antecedência da época de plantio e, ou, adubação, considerando o tempo que decorrerá entre a amostragem e a recepção dos resultados. Além disso, recomenda-se fazer a amostragem quando o solo ainda mantém umidade suficiente para conferir-lhe friabilidade, o que facilitará a coleta das amostras simples e a homogeneização do volume de solo para obtenção da amostra composta. Para culturas perenes em produção, recomenda-se que a amostragem seja feita após o término da colheita. F) Processamento das Amostras As amostras simples devem ser reunidas em um recipiente limpo. Devem-se evitar recipientes metálicos, principalmente aqueles galvanizados, que podem acarretar contaminação das amostras, recomendando-se, preferencialmente, recipientes de plástico. O volume de solo das amostras simples deve ser cuidadosamente destorroado e perfeitamente homogeneizado, para obter uma amostra composta representativa, que deve ser constituída por um volume aproximado de 250 cm3(1/4 de litro). Este volume de solo pode ser seco à sombra e depois enviado ao laboratório. Não se recomenda que o solo da amostra composta seja peneirado. O volume de solo da amostra composta deve ser acondicionado em saco plástico limpo, ou em caixas de papelão apropriadas. A amostra composta deve ser devidamente identificada de modo que os resultados possam ser relacionados com as respectivas glebas. As etiquetas devem ser escritas a lápis e protegidas perfeitamente com plástico para que a umidade da amostra do solo não as deteriore. Assim, a etiqueta deve ficar entre dois sacos plásticos. Além disso, é importante que seja fornecido ao laboratório o nome do proprietário, o município e o nome da propriedade. Quando o laboratório apresenta sugestões de correção e de adubação, outras informações devem ser prestadas, como a cultura que será implantada ou manejada. G) Freqüência de Amostragem A freqüência de amostragem depende do manejo da propriedade e, principalmente, da intensidade da adubação aplicada. Em glebas cultivadas anualmente com uma cultura de ciclo curto e, mantida em pousio no período seco, recomenda-se pelo menos a amostragem a cada três anos. Em glebas manejadas com rotação de cultura, com maiores doses de adubação com ou sem irrigação, recomenda-se a amostragem anual. Para culturas perenes, a partir da fase produtiva, recomenda-se a amostragem anual, principalmente quando são aplicadas doses mais elevadas de fertilizantes. 3ª etapa – Conduzido no laboratório de solos 3.1) As amostras coletadas nas propriedades serão encaminhadas ao laboratório para análises químicas e físicas. As análises físicas compreenderão: a granulometria que será determinada pelo método da pipeta (GEE e BAUDER, 1986), a densidade do solo será determinada pelo método da proveta e a densidade de partículas pelo método do balão volumétrico. A porosidade total será a relação entre a densidade do solo e a densidade de partícula (EMBRAPA, 2017). As analises químicas do solo compreenderão: a reação do solo (pH) em água e cloreto de potássio (KCl 1 mol L-1). Para esta determinação será utilizada uma relação solo: líquido na proporção de 1:2,5, conforme EMBRAPA (2017). A condutividade elétrica do solo (CE) será determinada no extrato obtido na pasta de saturação com leitura direta no condutivímetro. Os cátions cálcio (Ca2+), magnésio (Mg2+) e Alumínio (Al3+) trocáveis serão extraídos por cloreto de potássio (KCl 1 mol L-1) sendo a determinação do cálcio (Ca2+) e magnésio (Mg2+) por complexométria e a determinação do Alumínio (Al3+) por volumétrica. O potássio (K+), o sódio (Na+) trocáveis e o fósforo disponível serão extraídos com solução de Mehlich 1, a determinação do potássio (K+), o sódio (Na+) por espectrofotômetro de chama e o fósforo disponível por espectrofotometria (EMBRAPA, 2017). O carbono orgânico será determinado pelo método da oxidação da matéria orgânica via úmida com dicromato de potássio, de acordo com (EMBRAPA, 2017). A acidez potencial será extraída por acetato de cálcio tamponado a pH 7,0 e determinado por volumetria (EMBRAPA, 2017). 3.2) Com os resultados das análises serão elaborados laudos individualizados, a partir dos dados, de sugestões de recomendação de adubação e calagem, com orientações sobre o manejo da cultura predominante na propriedade. 4ª etapa – Conduzido nas comunidades Nesta etapa, será realizada uma nova visita as comunidades onde serão entregues aos produtores um folder sobre a metodologia de coleta de amostra de solos e os laudos com as respectivas recomendações de adubação e calagem. Os laudos e a recomendação de adubação, produzidos no laboratório, terão como finalidade ensinar o cálculo de adubação e correção do solo de acordo com os seus laudos, procurando esclarecer as dúvidas e levantar sugestões dos mesmos para a melhoria e adequação das suas recomendações. As ações serão avaliadas através de visitas a comunidade, aplicação de questionários e relatórios de atividades. Com a proposta apresentada espera-se que os produtores ampliem os seus conhecimentos vinculando-os ás experiências vividas por eles. E que eles sejam multiplicadores do conhecimento adquirido em suas comunidades. Sabe-se, que, as medidas destacadas não são tarefas fáceis e rápidas e exigem comprometimento. É um desafio que comina no objetivo maior da educação: formar cidadãos ativos e comprometidos coma natureza e com o social.