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Campus:
CAMPUS TABULEIRO
Tipo da Ação:
Evento
Título:
A SEMANA DE 22 VIVE: UM ESPETÁCULO INTERATIVO EM ESTAÇÕES"
Área Temática:
Cultura
Linha de Extensão:
Literatura
Data de Início:
16/04/2026
Previsão de Fim:
16/04/2026
Nº mínimo de pessoas beneficiadas:
60
Nº máximo de pessoas beneficiadas:
100
Carga Horária de Execução do Evento:
10
Local de Atuação:
Urbano-Rural
Fomento:
-
Programa Institucional
Nenhum
Modelo de Oferta da Atividade:
Presencial
Municípios de abrangência
Tabuleiro do Norte
Formas de Avaliação:
Participação
Formas de Divulgação:
Cartaz
Atividades Realizadas:
Apresentação
Nome do Responsável:
Carlos Eduardo Ferreira da Cruz
Equipe:
Nome Instituição Categoria Vínculo Receberá bolsa? Horas Semanais Dedicadas Início da Participação Fim da Participação
Ana Maria Vieira da Silva IFCE Integrante Docente IFCE Não 1 16/04/2026 16/04/2026
Carlos Eduardo Ferreira da Cruz IFCE Coordenador Docente IFCE Não 1 16/04/2026 16/04/2026
Parcerias:
Instituição Parceira Parceria Formalizada? Instrumento Utilizado Número do Instrumento
Orçamento:
Conta Valor
Bolsa - Auxílio Financeiro a Estudantes 0.0
Bolsa - Auxílio Financeiro a Pesquisadores 0.0
Diárias - Pessoal Civil 0.0
Encargos Patronais 0.0
Equipamento e Material Permanente 0.0
Material de Consumo 0.0
Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física 0.0
Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica 0.0
Passagens e Despesas com Locomoção 0.0
Vínculos:
Ação Tipo
Apresentação
O presente projeto de extensão propõe a realização de um espetáculo interativo intitulado "A Semana de 22 Vive", a ser desenvolvido pelos alunos do 3º ano do Ensino Médio da disciplina de Língua Portuguesa do IFCE. A atividade consiste na recriação lúdica e pedagógica da Semana de Arte Moderna de 1922 por meio de sete estações temáticas (Sarau Poético, Galeria Viva, Teatro Modernista, Entrevistas Imaginárias, Trilha Sonora, Desfile Histórico e Jornal da Época). O evento, de caráter imersivo, permitirá que o público (comunidade interna e externa) circule livremente por espaços que reproduzem o ambiente da década de 1920, com apresentações artísticas cíclicas, performances e interação com os "artistas" da época, interpretados pelos próprios estudantes.
Justificativa
A escolha do formato "espetáculo em estações" justifica-se pela sua capacidade de atender a diferentes estilos de aprendizagem e perfis de público. Para os alunos do 3º ano, o projeto representa uma oportunidade de síntese dos conhecimentos adquiridos ao longo da formação básica, exigindo habilidades de pesquisa, expressão oral, corporal, artística e de trabalho colaborativo. Para a comunidade, oferece uma experiência cultural acessível, dinâmica e formativa, rompendo com a passividade típica de eventos expositivos. O projeto visa resgatar o "espírito antropofágico" do modernismo, propondo que cada estação seja um espaço de "deglutição" e recriação da cultura, conectando as inovações de 1922 (como a obra de Villa-Lobos, Mário de Andrade e Tarsila do Amaral) com as expressões culturais contemporâneas (Tropicália, Manguebeat, Hip Hop), demonstrando a atemporalidade e a relevância do movimento.
Público Alvo
Familiares dos estudantes, alunos de escolas públicas da região, artistas locais, membros de centros culturais e comunidade do entorno. (65 participantes)
Objetivo Geral
Promover a difusão e a valorização do legado da Semana de Arte Moderna de 1922 por meio de um espetáculo interativo, desenvolvido por alunos do 3º ano do Ensino Médio, que articule ensino, pesquisa e extensão, proporcionando à comunidade uma vivência estética imersiva e crítica sobre o movimento modernista brasileiro.
Objetivo Específico
Pesquisar a fundo a vida e a obra dos principais artistas da Semana de 22 (Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Villa-Lobos, entre outros) para fundamentar as performances e intervenções artísticas. Produzir materiais artísticos e cênicos (poemas declamados, cenas teatrais, reproduções de obras, figurinos de época, roteiros de entrevista e uma edição especial de jornal) que traduzam as características do movimento (ruptura, ironia, nacionalismo crítico). Apresentar à comunidade, por meio de um circuito de sete estações temáticas, uma releitura da Semana de 22 que conecte o movimento às suas reverberações na cultura brasileira contemporânea (Tropicália, Manguebeat).
Metodologia
Planejamento e pesquisa Alunos organizam‑se nas estações temáticas e elegem líderes. Os grupos realizam pesquisa aprofundada sobre biografias, obras, poemas, manifestos e referências históricas, iniciando os roteiros de cada estação. Criação e ensaios abertos Os alunos desenvolvem roteiros, cenários minimalistas, figurinos (customização com brechós) e ensaios. Dois ensaios abertos para um grupo piloto (familiares e servidores) permitem testar a fluidez do circuito e receber feedback, transformando a comunidade em consultora do processo. Montagem e divulgação Monta‑se a infraestrutura no espaço do evento (ginásio ou auditório), setorizando as estações, sinalizando e testando som/iluminação. A divulgação é feita em parceria com os alunos, por meio de redes sociais, cartazes em comércio local, escolas vizinhas e centros comunitários. Execução e avaliação O espetáculo segue o fluxo: abertura musical (15 min), circulação livre (75 min) com interação do público nas estações, e encerramento coletivo (15 min) com leitura de “Os Sapos”. A comunidade participa ativamente (sarau, entrevistas, mural interativo). A avaliação ocorre em roda de conversa com todos os envolvidos e por meio de questionário de satisfação e aprendizado. A equipe do Jornal da Época produz uma edição especial pós‑evento com registros fotográficos, depoimentos e análises, consolidando a documentação e subsidiando futuras edições.